sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

TECNOLOGIAS EM SALA DE AULA!



Está na hora de rediscutirmos o modelo educacional de forma geral, em um mundo conectado com vários formatos de integração e interação, a educação como conhecemos até então deve mudar... precisamos de uma educação muito mais dinâmica.

Os alunos de hoje precisam de autonomia para pensar, o consultor Marc Prensky  coloca que as fontes do conhecimento não são mais os professores, mas a internet... "O Aluno virou o especialista" , a geração digital domina tão bem as tecnologias que aprende sozinha com elas...para ele, ensinar as novas gerações é um desafio imenso, principalmente para os professores, que precisam abandonar as velhas aulas expositivas e deixar que os alunos aprendam sozinhos.

Algumas escolas acreditam que apenas comprar um aparato tecnológico e equipar a sala de aula com as mais novas tendências tecnológicas resolve tudo... Cuidado, apenas inserir novas tecnologias em sala de aula não melhora o aprendizado automaticamente, a tecnologia dá apoio a pedagogia, e não vice-versa, infelizmente, a tecnologia não serve de apoio a velha aula expositiva, a não ser como no formato basico de passar fotos e filmes.

Para que a tecnologia tenha efeito positivo no aprendizado os professores precisam mudar o jeito de dar aulas... no seu livro, Prensky usa o termo "Pedagogia de Parceria" para definir este novo método no qual a responsabilidade pelo uso da tecnologia é do aluno e não do professor. Realmente esta é uma forma bastante diferente de enxergar a tecnologia aplicada a educação, ou seja, mudam-se os papéis de professor e aluno, onde o papel do aluno passa a ser de pesquisador, o professor passa a ter o papel de guia orientador, ele estabelece metas para os alunos e os questionam, garantindo a rigor e a produção da classe.

As tecnologias aplicadas dentro e fora da sala de aula parecem bem promissoras, as escolas vão continuar exercendo o seu papel, mas no modelo como conhecemos hoje não será mais tão eficiente. Quando isso vai acontecer? Ninguém sabe!

sexta-feira, 26 de outubro de 2012

SOCIAL LEARNING NAS ORGANIZAÇÕES

 

Como criar as condições para que o Social Learning aconteça com mais frequência dentro das empresas?


Quase todo trabalho realizado em uma organização é gerado por equipes e grupos que se relacionam, é raro que seja feito apenas por uma pessoa. O Social Learning pressupõe a troca de conhecimento entre as pessoas, o que pontecializa a aprendizagem.

A abordagem tradicional, em que as emrpesas adotavam a padronização de processos e tarefas para reduzir custos, faz cada vez menos sentido.

Hoje, prevalece a importância de se estimular colaboradores para aproveitar o desejo natural que as pessoas têm de compartilhar e aprender. Os colaboradores da Era do Conhecimento precisam ser aprendizes conectados entre si para solucionar problemas.

Compartilhar conhecimento tácito (valores, crenças) por meio de conversas é componente essencial do conhecimento organizacional.

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

LEARNING 2.0!



O termo 2.0 foi criado por Tim O'Reilly, em 2004, para diferenciar a internet que conhecemos hoje de sua fase inicial, quando tudo o que podíamos fazer era ler passivamente os conteúdos disponibilizados pelos sites, em uma comunicação unidirecional.

Hoje, o que se vê é uma construção colaborativa da internet. As ferramentas disponíveis da web 2.0 - blogs, redes sociais, wikis - permitem que todos sejam, ao mesmo tempo, autores e leitores, professores e aprendizes, criando um fluxo de informração multidirecional.

A atual plataforma permite, como nunca se viu antes, a possibilidade de as pessoas trocarem experiências entre si, comunicados, ensinando e aprendendo o tempo todo. A web 2.0 aumentou as possibilidades de aprendizagem a uma escala sem precedentes.

sexta-feira, 21 de setembro de 2012

APRENDIZAGEM FORMA & INFORNAL



Ao longo da vida aprendemos tanto por meio da abordagem formal quanto a informal.

O Social Learning, que coloca em foco a aprendizagem que acontece entre as pessoas e suas redes de relacionamento, combina práticas formais e informais.

Hoje em dia é mais efetivo oferecer metodologias complementares que cultivem a aprendizagem contínua para aperfeiçoar o desempenho e desenovler novas habilidades.

E aí está o questionamento. Quando falamos de redes colaborativas o que prevalece, o ambiente formal ou o informal?

Quando construimos um novo conhecimento baseado no coletivo dá pra dizer que trata-se de um conhecimento informal?

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

OS 7 PRINCíPIOS DA APRENDIZAGEM



1 - Aprender é um ato fundamentalmente social.
Ainda que aprender se refira ao processo de adquirir conhecimento, na verdade abrange muito mais. O aprendizado efetivo gerlamente é construído socialmente e requer sutis adaptações de identidade, o que torna o processo desafiante e poderoso.

2- O conbecimento é integrado à vida da comunidade.
Quando desenvolvemos e compartilhamos valores, perspectivas e maneiras de fazer as coisas, criamos uma comunidade da prática.

3- Aprender é um ato da participação.
A motivação pra aprender é o desejo de participar de uma comunidade, se tornar e permanecer como membro. Esta é uma dinâmica-chave que ajuda a explicar o poder da aprendizagem, e também das ferramentas de mentoring e coaching entre pares.

4- Saber depende do engajamento na prática.
Em geral, reunimos o conhecimento pela observação e participação em diferentes situações e atividades. Portanto, a profundidade do nosso saber depende da profundidade do nosso engajamento.

5- O engajamento é inseparável do poder de decidir ou agir.
Temos a percepção de quem somos conforme nossa habilidade de contribuir e afetar a vida no meio em que estamos ou ao qual queremos pertencer.

6- A falha em aprender geralmente é resultado da exclusão em participar.
Aprender exige o acesso e a oportunidade de contribuir.

7- Todos nós somos naturalmente aprendizes constantes.
Todos nós, sem exceções. Aprender faz parte da natureza humana. Nós todos aprendermos o que nos permite participar das comunidades às quas queremos fazer parte.


Fone: Institute for Research on Learning

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

SOCIAL LEARNING É REALIDADE


É junto com os outros que somos capazes de fazer sentido, e isso é social.

O Social Learning permite uma reação melhor da organização frente às mudanças do contexto atual, pois a experiência social é adaptável por natureza.

Ontem                                                               Hoje

Conhecimento Especialista                 Conhecimento das redes
Necessidade de saber                         Necessidade de compartilhar
Curriculo                                                 Competência
Regularidade; Previsibilidade             Complexibilidade, Ssurpresa
Estoques                                                Fluxos
Relógio de Ponto                                  Gestão por Rresultados
Foco no colaborador                            Foco na equipe

Autor: Jay Cross, 2009

Segundo Charles Darwin, sobreviveram aqueles que aprenderam a colaborar e se adaptar melhor, nesse sentido, o processo de transmissão de conhecimento se baseou em trocas sociais.


Pessoas aprendendo de outras pessoas e de suas experiências, essa interação entre aprendizes ainda é a base da aprendizagem efetiva.

Segundo Peter Henschel, do Institute for Research on Learning, a aprendizagem é social, sendo que mais de 80% da educação corporativa é informal, acontece de improviso entre as pessoas  dependendo da necessidade.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012

APRENDIZAGEM COLABORATIVA



No processo educativo, a colaboração ganha novo papel quando mediada pelas

redes de aprendizagem.

As questões abordadas no porcesso de ensino/aprendizagem ganham novas dimensões e profundidade, como resultado das interacções que se estabelecem entre pessoas com níveis de formação e de conhecimentos diferentes, distintas vivências, percepções, atitudes e valores.

  • As redes de aprendizagem trazem para os processos educativos a dversidade que caracteriza o nosso mundo, abrindo novas perspectivas e novos horizontes aos seus participante.

  • Ampliar a visão do que a plataforma oferece, promovendo interações entre a estrutura formal de ensino e as redes sociais,;

  • Instigar a discussão antes, durante e depois do treinamento; (complemento do processo de formação);

  • Abrir para troca de experiência / boas práticas;

  • Acesso rápido aos conteúdos.

Tudo isso pode ajudar a manter o aprendiz motivado e instigar a sua participação, mas como de fato podemos inserir o modelo de redes colaborativas ou redes sociais no processo educaional?

Este será mais um dos temas que passaremos a discutir neste blog.

Fique a vontade para participar, contribuir e questionar.

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Comunidades de Aprendizagem!



A maioria das pessoas quando ouve o termo e-learning naturalmente pensa em um curso online, concebido e desenvolvido para um indivíduo sempre que necessita novo conhecimento ou competência. Nos últimos anos, houve um enorme progresso na área do e-learning, claramente está melhor, mais rápido e mais barato.

No futuro, apesar dos cursos online continuarem com seus progressos, tornando-se cada vez mais acessíveis e eficientes, estamos preparados para ver avanços fantásticos no campo que não envolve cursos, mas sim, nos aparatos tecnologicos que favorecem e disponibilizam cada vez mais a troca do conhecimento informal.

Embora os profissionais de treinamento foquem no aprendizado formal por meio de cursos, as estatísticas mostram que 95% dos aprendizados são informais - em outras palavras, eles não utilizam cursos.

Pare para pensar! O que a maioria das pessoas fazem quando não sabem como fazer algo?
Elas normalmente utilizam uma ferramenta de busca se estiverem procurando por informações explícitas. Se estiverem procurando por recomendações, opiniões ou insights, ou seja, conhecimento tácito, elas tendem a aprender pelo acesso às suas redes de conhecidos.

Definimos comunidade de aprendizagem como qualquer rede de pessoas que estão conectadas porque necessitam aprender algo em comum.

Referência: Além do e-learning - Marc J. Rosenberg

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

Tecnologia para o e-learning!


Você vai adquirir tecnologia para o processo de aprendizagem? Pare e pense bem antes de qualquer decisão!

Antes de começar a escolher hardware e software, invista tempo para analisar o que você tem em mãos hoje no processo existente.

Alguns projetos de e-learning acabam fadados ao insucesso devido a falta de visão onde se quer chegar com uma tecnologia,  muitas vezes se esquece, abandona ou até mesmo compete com processos já existentes e, o pior, processos mal estruturados.

Apesar do que você tenha ouvido, a tecnologia não educa as pessoas e as organizações. Planos efetivos naturalmente as pessoas o fazem, se você está fazendo as coisas erradamente, a tecnologia o ajudará a fazer mais coisas erradas em menos tempo. Portanto, foque primeiro nas principais prioridades que  necessita abordar e se o que tem hoje dá pra fazer melhor, isso orientará seus requerimentos tecnológicos.

terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Testar um usuário no início do projeto é melhor do que testar 50 próximo ao final.


A maioria das pessoas supõe que os testes precisam ser uma coisa grandiosa. Contudo, se você transformá-lo em uma coisa grandiosa, não os fará cedo o suficiente ou com a frequencia suficiente para tirar o máximo proveito deles. Um teste simples cedo - enquanto você ainda tem tempo de usar o que aprendeu com ele - é quase sempre mais valioso do que um teste sofisticado mais tarde.
Até mesmo o pior teste com o usuário errado lhe mostrará coisas importantes que você pode fazer para melhorar a sua ferramenta.

É importante deixar claro, que os testes não são para aprovar ou desaprovar algo, e sim informar seu julgamento. As pessoas gostam de pensar, que podem usar os testes para provar se o sistema de navegação "A" é melhor que o sistema de navagação "B", mas você não pode. Ninguém possui os recursos para estabelecer o tipo de experimento controlado que você precisaria. O que os testes podem fazer é fornecer informações inestimáveis, as quais, consideradas junto com a sua experiência, julgamento profissional e bom senso, facilitarão sua escolha com maior confiança - entre "A" e "B".

Referência: Steve Krug - Não me Faça Pensar

quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

No Caminho Certo!


Esse é um mercado em constante evolução, com entrada e saída de fornecedores. Conhecer as metodologias e ferramentas existentes e as novas possibilidades, é fundamental para criar, manter e aprimorar a sua estratégia de ensino a distância.

As reuniões de briefing são importantes para apresentar suas necessidades, falar sobre suas expectativas, apresentar a sua empresa e conhecer o fornecedor. Essa é uma etapa que demanda tempo, com certeza precisa ser bem elaborada, sem escapar nenhum detalhe, pois será a base para a sua decisão.

É primordial conhecer a infra-estrutura tecnológica que está disponível para o seu projeto, se tiver dificuldades com os termos mais técnicos, convide um profissional de TI para participar de algumas reuniões. Esse processo geralmente é mais burocrático pelo fato das empresas não possuírem um dociê da estrutura tecnológico, mas precisamos buscar parceiros dentro da empresa que nos ajude a identificar essas informações porque será a base que vai suportar o nosso projeto. Quando essa fase é negligenciada acabamos tendo problemas futuros no desempenho dos cursos, no acesso à plataforma e até mesmo implantação inadequada das soluções.


Quanto mais você for claro e detalhar as suas necessidades e expectativas, mais assertiva será a sua escolha.